Cunha diz que fez isso por uma "questão de requisitos formais". Ele deu dez dias para que o jurista ajuste o texto às regras do Parlamento.
Outros 12 pedidos de afastamento da presidente, protocolados anteriormente na Câmara, também foram mandados de volta a seus autores para que eles façam ajustes.
De acordo com um técnico da Câmara, há problemas variados nos pedidos como reconhecimento de firma em assinaturas, falta de documentos e de comprovação de que os autores estão em dia com a Justiça Eleitoral.
Um parlamentar próximo a Cunha diz que a iniciativa pode ter duas leituras: o presidente da Câmara colocou os pedidos para andar, mas, ao mesmo tempo, ganhou dez dias de prazo antes de tomar a decisão de analisá-los.
Ainda que o peemedebista rejeite os pedidos, eles devem chegar ao plenário da Casa. A Frente Parlamentar pró-Impeachment já se organizou para apresentar um recurso caso Cunha decida arquivar os processos.
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