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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Morto, desempregado e bolsistas doaram R$ 41 milhões para campanhas



Na primeira eleição com restrições para doação eleitoral, um cruzamento de dados do Tribunal de Contas da União (TCU), feito a pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), identificou várias situações alarmantes. Um dos casos que mais chamaram a atenção é o de um doador de Goiás, sem renda declarada, que repassou R$ 19 milhões para a campanha de um candidato. Também foram descobertos 143 mortos que doaram, até o momento, R$ 272 mil.

domingo, 30 de agosto de 2015

‘Eles destruíram as finanças pela reeleição’, diz Delfim Netto após declarações de Dilma

Economista e ex-conselheiro dos governos do PT disse que ficou ‘espantado’ com fala da presidente sobre futuro da economia

por

SÃO PAULO - O economista e ex-ministro Delfim Netto afirmou nesta quarta-feira que ficou “espantado” com as declarações da presidente Dilma Rousseff, que, na terça-feira, reconheceu em entrevistas ter demorado para perceber a gravidade da crise econômica, e que “2016 não será uma maravilha”. Segundo o ex-ministro, até 2013 o país não enfrentava grandes problemas econômicos, mas, em 2014, o atual governo decidiu destruir as finanças públicas deliberadamente para conseguir a reeleição.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Ministro vota para multar Dilma por propaganda em pronunciamento

Alan Marques/Folhapress
O ministro Gilmar Mendes durante sessão do Tribunal Superior Eleitoral
O ministro Gilmar Mendes durante sessão do Tribunal Superior Eleitoral

27/08/2015 11h12

 O ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Gilmar Mendes votou nesta quinta-feira (26) pela aplicação de multa à presidente Dilma Rousseff por propaganda eleitoral antecipada durante pronunciamento, em cadeia nacional de rádio e televisão, sobre o início da Copa do Mundo, realizado em junho de 2014.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Maioria do TSE vota para reabrir ação que pede cassação de Dilma

 A maioria dos ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) votou na noite desta terça-feira (25) pela reabertura de uma das ações propostas pela oposição que pede a cassação dos mandatos da presidente Dilma Rousseff e do vice-presidente Michel Temer.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

TSE pede investigação de empresa que recebeu da campanha de Dilma

Brasil em crise

Carlos Humberto/SCO/STF

O ministro Gilmar Mendes fala durante seu voto pela descriminalização do porte de drogas
O ministro Gilmar Mendes fala durante seu voto pela descriminalização do porte de drogas

25/08/2015 15h25

Vice-presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o ministro Gilmar Mendes enviou nesta terça-feira (25) pedido para que o Ministério Público do Estado de São Paulo investigue uma empresa que recebeu R$ 1,6 milhão durante a campanha da presidente Dilma Rousseff à reeleição, em 2014.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

‘Voo da vitória’ contou com 7 ministros e 19 assessores


aliedo
Charge de ALIEDO – http://aliedo.blogspot.com

Um grupo de 26 petistas – sete ministros e 19 assessores de gabinetes – lotou um jatinho da FAB a serviço do PT – e não do governo – no domingo da eleição do segundo turno.
Foi o Voo da Vitória, numa farra a bordo, para levar de volta a Brasília um grupo que foi a São Paulo votar.

Segundo registros da FAB, seriam 50 a bordo do avião C99, entre passageiros e tripulação (dois pilotos e um ajudante). Já a lista oficial do Ministério da Justiça, passada à Coluna, contou com 26 passageiros. Todos informaram que a viagem foi a serviço.

'COMANDANTES'
O voo compartilhado no domingo (26), que decolou às 15h do Aeroporto de Congonhas, em SP, para Brasília, chegou a tempo de os passageiros comemorarem a vitória da presidente Dilma.

Os ministros a bordo foram José Eduardo Cardozo (Justiça), Aldo Rebelo (Esporte), Miriam Belchior (Planejamento), Aloizio Mercadante (Casa Civil), Ricardo Berzoini (Articulação), Artur Chioro (Saúde) e Eleonora Menicucci (Mulheres).

VOO DA RESSACA
Na segunda, às 13h35, voo decolou com sete caroneiros da ministra Ideli (Direitos Humanos) de Brasília para Florianópolis. Foram à capital para a festa de Dilma.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Cobertura eleitoral da Folha é aprovada por 77% dos leitores

A cobertura da Folha na eleição presidencial é aprovada pela maioria de seus leitores: 77% deles avaliam que o jornal fez um bom ou um ótimo trabalho no período eleitoral. Para 8%, a atuação da Folha foi ruim ou péssima. E outros 14% a classificam como regular. 

Os dados são de uma pesquisa do Datafolha junto a uma amostra de leitores que afirmam ter lido o jornal pelo menos uma vez por semana durante a eleição. 

Nesse grupo, 96% dizem ter acompanhado as reportagens e os artigos publicados na Folha sobre o pleito. 

A pesquisa foi feita no dia 31 de outubro com entrevistas por telefone junto a 377 leitores dos 39 municípios da Grande São Paulo. A margem de erro é de cinco pontos para mais ou para menos. 

Para 85%, o espaço dedicado à eleição presidencial pela Folha foi adequado. Apenas 5% entendem que foi menor que o necessário. 

O instituto investigou como os leitores do jornal votaram nos dois turnos da eleição presidencial e na disputa pelo governo paulista. 

No primeiro turno, o senador Aécio Neves (PSDB) foi citado por 46% dos leitores do jornal; seguido por Dilma Rousseff (PT), com 19%; Marina Silva (PSB), 12%; Luciana Genro (PSOL), 7%; e Eduardo Jorge (PV), 3%. 

A ordem de citações é a mesma do resultado apurado em toda a Grande São Paulo no primeiro turno: Aécio com 35%; Dilma com 24%; Marina, 23%; Luciana Genro, 3%; Eduardo Jorge, 1%. 

No segundo, Aécio foi citado por 58% dos leitores da Folha, Dilma por 27%. Na Grande São Paulo, o placar final da eleição de outubro foi Aécio com 56%; Dilma, com 36%. 

Mais da metade dos leitores (56%) entende que a cobertura da Folha durante as eleições não favoreceu nenhuma das candidaturas no segundo turno. Para 24%, favoreceu mais Aécio. Outros 15% acham que Dilma foi mais favorecida. 

O instituto também perguntou se a cobertura prejudicou algum concorrente. Para 73%, não prejudicou ninguém. Dilma foi mais prejudicada na opinião de 13%. E 9% acham que foi Aécio.


FOLHA

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Assim como Pepino, Dilma pode ser "a Breve", diz Villa

Publicado em 06/11/2014


O mandato de Dilma Rousseff pode ser abreviado com o julgamento dos casos de corrupção na Petrobras. "O Petrolão é como Vesúvio que vai explodir e pegar os corruptos do PT". A avaliação é do colunista de VEJA, Marco Antonio Villa, no Aqui entre Nós com Joice Hasselmann.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Candidatos do PT acumulam maiores dívidas do 1º turno nos Estados

Performance dos candidatos a governador Alexandre Padilha, em São Paulo, Lindbergh Farias, no Rio de Janeiro, Rui Costa, na Bahia, e Gleisi Hoffmann, no Paraná, onde o aliado Roberto Requião avança, afeta presidente Dilma Rousseff nas pesquisas; promessas de boas decolagens não se concretizaram; nos quatro Estados que reúnem mais de 40 milhões de votos, petistas estão nas últimas posições ou perdem espaço para adversários; com palanques frágeis onde o PT sempre foi forte, Dilma terá de contar com a recuperação de seu partido para evitar 2º turno; o PT vai reagir?

Quatro candidatos do PT tiveram as contas mais deficitárias no primeiro turno das eleições para governador pelo país. Alexandre Padilha (SP), Lindbergh Farias (RJ), Rui Costa (BA) e Gleisi Hoffmann (PR) terminaram a campanha com dívidas somadas de R$ 55 milhões. 

Os dados do levantamento feito pela Folha não incluem candidatos que disputaram o segundo turno, que só terão as informações contabilizadas pela Justiça Eleitoral no fim deste mês. 

Nos Estados em que a eleição foi definida na primeira votação, Padilha foi o candidato com o maior rombo no caixa: arrecadou R$ 15,5 milhões e gastou R$ 40,2 milhões –saldo negativo de quase R$ 25 milhões. 

Tanto Padilha quanto Lindbergh eram apostas do ex-presidente Lula para o governo de dois dos principais colégios eleitorais do país. O ex-ministro da Saúde terminou em terceiro lugar, e Lindbergh acabou em quarto na disputa. 

Já Costa venceu a eleição na Bahia com uma das campanhas mais caras do país entre candidatos que não foram ao segundo turno. Ele gastou R$ 45,2 milhões –R$ 13 milhões a mais do que arrecadou. No Rio, Lindbergh teve um saldo negativo parecido: R$ 12 milhões de deficit. No Paraná, as contas de Gleisi ficaram em R$ 5,9 milhões negativos. 

DEMAIS PARTIDOS

Fora do PT, o maior problema de caixa é do candidato Armando Monteiro (PTB), derrotado em Pernambuco. Sua candidatura arrecadou R$ 4,8 milhões a menos do que gastou. Um dado das contas chama a atenção: Monteiro declarou ter investido R$ 7,6 milhões do próprio bolso na campanha. O valor equivale a mais da metade do patrimônio que ele declarou à Justiça Eleitoral. 

Entre os candidatos do PSDB que não foram ao segundo turno, o maior prejuízo foi o do governador do PR, Beto Richa, que foi reeleito gastando R$ 3,7 milhões a mais do que arrecadou. 

Os candidatos com deficit receberam uma série de doações após o fim da campanha, o que é autorizado pela legislação. Eles precisavam quitar suas dívidas até a entrega da prestação à Justiça Eleitoral, o que ocorreu na última terça-feira (4) nos Estados onde houve apenas primeiro turno. 

Caso ainda haja dívida, ela deve ser paga pelo diretório estadual do partido ao qual o candidato devedor é filiado. Quem não cumprir essa regra pode ter suas contas reprovadas e o diploma de candidato cassado. 

Para o cientista político Hely Ferreira, da UFPE, os candidatos gastam mais do que podem acreditando que, eleitos, poderão compensar os credores. "Os vencedores geralmente pagam defendendo os interesses de grupos que os financiaram. Os perdedores vão ter que encontrar outro caminho", afirma.
 
SUPERAVIT

Pelo país, houve casos também de sobra de caixa. O governador eleito de Minas, Fernando Pimentel (PT), disse ter arrecadado R$ 1,2 milhão a mais do que o volume gasto, mesmo tendo sido recordista de despesas, com R$ 52,1 milhões no país. 

No Rio Grande do Sul, Ana Amélia Lemos (PP), que era favorita para ir ao segundo turno e acabou em terceiro lugar, declarou sobra de R$ 108 mil. A verba excedente deve ir para a conta dos diretórios estaduais dos partidos. 

No ranking das campanhas mais caras, estão ainda os tucanos Pimenta da Veiga, derrotado em MG – gastou R$ 43,1 milhões– e Geraldo Alckmin (governador reeleito de São Paulo ) –com R$ 40,3 milhões. 

Proporcionalmente, os Estados do Norte tiveram alguns dos gastos mais elevados da campanha. O governador Sandoval Cardoso (SDD), que perdeu a reeleição no Tocantins, declarou despesas de R$ 12 milhões, valor equivalente ao custo total da candidatura de Raimundo Colombo (PSD), reeleito em SC, onde a população é muito maior.


FOLHA

Pronunciamento do Senador AÉCIO NEVES (5/11/2014)

Publicado em 05/11/2014
5/11/2014 - Pronunciamento do Senador AÉCIO NEVES no Plenário do Senado Federal, após sua campanha a candidato a Presidente da República.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

General Peñaloza denuncia como agência cubana manipulou urnas eletrônicas e eleições na Venezuela


Oficiais venezuelanos. Imagem: Reprodução/RunRun
Conforme artigo disponibilizado no portal de fraudes nas urnas eletrônicas, o general venezuelano Carlos Julio Peñaloza, em texto traduzido por Graça Salgueiro, denuncia como, supostamente, o G2 - agência de inteligência - cubano teria orquestrado a manipulação das eleições na Venezuela.


Ex-Comandante Geral do Exército da Venezuela e autor da obra O Império de Fidel, Peñaloza publicou, em abril de 2013, o artigo por meio de seu twitter, que conta com mais de 282 mil seguidores. Leia abaixo:

O segredo da fraude radica na existência de redes secretas entre as máquinas de SMARTMATIC e um controle central clandestino em Cuba, cuja existência os reitores do CNE desconhecem. 

Dada a importância de fazer conhecer essa brecha de segurança do sistema e a impossibilidade de denunciá-la ante as autoridades do governo, decidi torná-las públicas através do meu Twitter

Cuba controlou as eleições mediante rede secreta 
Cuba desenvolveu um Plano de Controle Eleitoral Revolucionário (PROCER) na Venezuela, que inclui a manipulação das máquinas de votar e cujo objetivo é estabelecer neste país um regime comunista sob uma fachada eleitoral democrática.

SMARTMATIC e G2

Em artigo anterior sobre a SMARTMATIC, afirmei que essa empresa, fundada por quatro inteligentes engenheiros venezuelanos recém-graduados, foi o cavalo de Tróia desenhado pelo G2 cubano para controlar as eleições venezuelanas. No presente escrito descreverei a forma como se formulou e desenvolve esse plano, cujo objetivo é perpetuar um governo comunista por trás de uma máscara democrática na Venezuela.

O que lerão na continuação não é ficção científica nem especulações, senão o produto de uma detalhada investigação sobre tão delicado tema. É parte de uma seqüência de artigos escritos na convicção de que quanto mais conheçamos a fraude eletrônica que se nos aplica, melhor poderemos combatê-la. O que não devemos fazer é ignorá-la ou, pior, negá-la. 

"Projeto Futuro"

O “Plano de Controle Eleitoral Revolucionário” (PROCER), é a primeira aplicação cibernética do “Projeto Futuro” de Fidel Castro. Este mega-plano foi formulado como parte da estratégia a utilizar no cenário internacional que Castro chamou de “a batalha das idéias”. O objetivo é construir o que eles chamam a “Pátria Grande Socialista”, dirigida vitaliciamente por Fidel e seus sucessores mediante o controle das mentes nos países dominados. Isto aparece escrito em detalhes no meu livro “O império de Fidel”, que circulará nos próximos dias. O plano PROCER é só uma faceta de um plano mestre que vai além do meramente eleitoral. 



Plano PROCER

O “Plano PROCER” foi desenvolvido no máximo segredo por um seleto grupo dos mais brilhantes professores e alunos da Universidade de Ciências Informáticas (UCI) de Cuba, em conjunção com o G2. Seu objetivo foi controlar o sistema eleitoral venezuelano desde Havana para potencializar o carisma e popularidade de Chávez. Na Venezuela seria fácil desenvolver o plano, dada sua arraigada cultura do voto. Este país conta, além disso, com recursos financeiros para custear o investimento e tem predisposição ao uso de tecnologias avançadas. 

Inteligência militar cubana e “Universidade de Ciências Informáticas” (UCI)

A “Universidade de Ciências Informáticas” (UCI) de Cuba, foi fundada em 2002 como um projeto favorito de Fidel desde que o chefe do G2, Ramiro Valdés, lhe vendeu a idéia. Este centro de estudos tem seu pedigree na inteligência militar cubana porque foi criado nas antigas instalações da “Base Lourdes”. Esta instalação secreta era a sofisticada estação de rádio-escuta e guerra eletrônica soviética criada para espionar e atacar ciberneticamente os Estados Unidos durante a Guerra Fria. A instalação foi inicialmente operada exclusivamente por brilhantes técnicos em comunicações e computação da URSS, mas depois do colapso soviético passou para mãos cubanas. 


General Peñaloza na "Mega TV HD". Imagem: Reprodução

 
 

Sob pressão TSE autoriza auditoria nas eleições

Publicado em 05/11/2014


Os ministros do TSE decidiram por unanimidade acatar o pedido do PSDB de auditar as eleições. Para Reinaldo Azevedo a voz das pessoas que foram as ruas venceu. A decisão coincide com a volta de Aécio Neves ao Congresso. No "Radar Online", com Lauro Jardim, a definição do nome do novo ministro da Fazendo continua na estaca zero Lauro Jardim.

Aécio diz que "o diabo se envergonharia" de campanha eleitoral do PT

Atuando como "mestre de cerimônias", o senador Aécio Neves (PSDB-MG), candidato derrotado ao Palácio do Planalto, disse em reunião da Executiva Nacional do PSDB e aliados nesta quarta-feira (5) que "o diabo se envergonharia" do que o PT fez nas eleições presidenciais deste ano. 

"As eleições deste ano tiveram marcas muito claras, distintas, uma delas protagonizada por nossos adversários. A campanha da infâmia, da mentira, da utilização sem limites da máquina pública como objeto de poder. Pelo menos cumpriram a palavra, disseram que iam fazer o diabo nas eleições, o diabo se envergonharia de muitas coisas que foram feitas durante essas eleições", afirmou o senador.

Aécio citou a palavra "diabo" em referência ao que a presidente Dilma Rousseff (PT) disse em março do ano passado sobre fazer "o diabo na eleição".

O senador abriu a reunião da Executiva Nacional do PSDB propondo um pacto a toda oposição ao governo petista.

"Nós estamos a partir de hoje selando aqui um pacto de uma oposição revigorada e vitoriosa, porque disputamos essas eleições falando a verdade", declarou o tucano. "Tão importante quanto governar é fazer oposição".

O tucano fez duras críticas ao governo e prometeu fazer oposição com a "mesma determinação" que se preparou para ser presidente do país. "Com a mesma determinação que me preparei para encarar a candidatura, eu me preparei para fazer oposição. A oposição brasileira hoje não precisa de um líder, ela tem na alma de milhões de brasileiros a indignação", declarou Aécio. Para ele, o brasileiro tem a esperança de que tudo melhore e que é papel da oposição exigir isto do governo.

A reunião contou com líderes do DEM, Solidariedade, PSC, PPS e PP, além de parlamentares e membros do PSDB. Participam do encontro Rubens Bueno (PPS-PR), Roberto Freire (PPS), Pastor Everaldo (PSC), Mendonça Filho (DEM-PE) e Paulinho da Força (SD). O senador eleito por São Paulo, José Serra (PSDB-SP) e o governador reeleito Geraldo Alckmin não compareceram.

Aécio retornou ao Congresso Nacional ontem (4) e foi recebido por militantes com festa, aplausos e até Hino Nacional.


Após a eleição, o parlamentar tem sido considerado o principal líder da oposição, que na s
emana passada forçou a primeira derrota no Congresso da presidente Dilma após a reeleição, com a derrubada de um decreto presidencial sobre conselhos populares.

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio (PSDB), fez um discurso criticando a presidente Dilma Rousseff  (PT) e o governo petista. "Eu fico bravo quando eles [petistas] falam que são contra financiamento público porque a Petrobras financia as eleições há muito tempo", disse Virgílio. "Eu tenho convicção que o tempo vai passar rápido, nós temos uma presidente fraca." Para ele a oposição "fez muito bem de derrubar o decreto dos conselhos bolivarianos". O prefeito também exaltou Aécio.   "Um senador com 51 milhões de votos é a primeira vez".

"É consenso que Aécio saiu muito forte dessa eleição", afirmou o Mendonça Filho.


Campanha presidencial 20142

27.out.2014 - Um apoiador da presidente Dilma Rousseff celebra sozinho a reeleição da candidata do PT diante do Palácio da Alvorada, em Brasília, nesta segunda-feira (27). Dilma foi reeleita no segundo turno na campanha mais apertada vivenciada pelo Brasil nas últimas três décadas Eraldo Peres/AP

UOL

TSE libera dados para PSDB fazer auditoria do resultado das eleições

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral), por unanimidade, decidiu nesta terça-feira (4) liberar dados requisitados pelo PSDB para que o partido possa realizar uma auditoria do resultado das eleições. 

De acordo com o presidente da corte, Dias Toffoli, a maioria dos dados solicitados, como os boletins de votos das urnas e seções eleitorais, já estão disponíveis na internet e outros possuem previsão legal de entrega para partidos quando solicitados. 

Dizendo agir em nome da transparência, e para acabar com qualquer tipo de dúvida na cabeça dos eleitores, Toffoli também permitiu que os sistemas de urnas eletrônicas, de apuração e totalização dos votos sejam auditados, apesar do pedido para tal verificação estar fora do prazo. 

Num longo voto, Toffoli destacou que, desde abril, todos os partidos poderiam auditar os sistemas de votação, mas não o fizeram. Apesar disso, entendeu que a corte deveria permitir que urnas sejam coletadas por amostragem para verificar se os programas que estão dentro delas não foram modificados em relação ao original. 

Sobre o pedido de criação de uma comissão multipartidária para analisar os dados, Toffoli entendeu que o PSDB não podia fazer pedidos em nome dos outros partidos, por isso, decidiu que os dados serão entregues somente para os tucanos. 

Durante o julgamento, o presidente ainda fez uma longa defesa do sistema eletrônico de votação. Ele reiterou que todas as etapas de criação e instalação dos sistemas podiam ser acompanhados por partidos, que muitas vezes não enviaram representantes. 

Logo após Toffoli, o ministro Gilmar Mendes deu seu voto. Segundo ele, as diversas manifestações nas redes sociais questionando o sistema de votação deviam ser ouvidas pelo TSE. 

Para o ministro, a realização de uma auditoria poderá assegurar a credibilidade do sistema. O ministro ainda aproveitou para criticar a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

De acordo com ele, declarações de Dilma, dizendo que "faz o diabo" para vencer uma eleição, ou de Lula, dizendo que "eles" não sabem do que "nós" seremos capazes de fazer pela reeleição ampliam ainda mais a desconfiança dos eleitores. 

"Será que chegariam a fraudar as eleições?", questionou. Ao fim de seu voto, foi aplaudido por um grupo de que estava no plenário, alguns deles com adesivos de Aécio Neves.
 
REPERCUSSÃO

Ao serem informados do resultado do TSE, deputados do PSDB se abraçaram e comemoram no plenário da Câmara. 

Autor do pedido, o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) minimizou o fato de o tribunal não ter autorizado a criação de uma comissão de técnicos indicados por partidos políticos para a auditoria. 

O tucano afirmou que o partido saiu vitorioso da Justiça Eleitoral porque foi autorizado que a indicação de peritos para avaliar todas as fases da eleição, acompanhado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). 

"Foi uma medida acertadíssima do tribunal", disse.

FOLHA>UOL

Processo eleitoral não é a prova de fraudes, diz especialista em T.I


Publicado em 04/11/2014


O TSE decide hoje se acata o pedido do PSDB de auditoria nas eleições. O tema é discutido com paixões. Mas tecnicamente é possível fraudar as urnas ou o processo de transmissão? O engenheiro e especialista em T.I, Guy de Manuel, que fez a especificação básica da urna eletrônica e trabalha há 53 anos na área, alerta que a eleição no Brasil não é a prova de fraudes. Segundo ele, “sempre é possível invadir um sistema por mais seguro que ele seja”. Há casos mais comuns como no sistema bancário e outros mundialmente conhecidos como a espionagem da NSA (Agência de Segurança Nacional norte-americana). Para o especialista é preciso trabalhar constantemente para aumentar a segurança do processo eleitoral e o TSE tem essa missão antes das eleições de 2016.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Janot se diz contra auditoria do resultado das eleições

O procurador-geral Eleitoral, Rodrigo Janot, enviou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) um parecer contrário ao pedido de auditoria do resultado das eleições apresentado pelo PSDB. 
De acordo com ele, não há base legal para uma auditoria. Além disso, Janot acredita que a iniciativa tucana põe em xeque a credibilidade do sistema eleitoral brasileiro sem apresentar qualquer indício de fraude nas eleições. 

"Há que se ter em vista que o pedido formulado, questionando a credibilidade do sistema eleitoral brasileiro, não tem lastro em um único indício de fraude, limitando-se, o peticionário, a reproduzir comentários feitos em redes sociais", diz trecho do parecer.
Devido a isso, Janot classifica a petição do PSDB como "temerária" e diz que ela pode criar uma instabilidade social e institucional. 

Em seis páginas de parecer, Janot destaca que, após as eleições, as redes sociais apresentavam um ambiente de conflagração, em que diversas vezes foram postados comentários "desairosos ou até mesmo criminosos". 

Ele citou pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff sem que se apontasse "qualquer fato" que pudesse "conduzir a essa grave consequência". 

Janot ainda destacou "discurso de ódio" contra eleitores da região Nordeste do Brasil, onde Dilma obteve votação superior à de Aécio Neves e garantiu sua vitória com 51,64% dos votos válidos contra 48,36% do tucano. 

"Não se pode, porém, justificar postura de um partido político do tamanho e da representatividade do requerente de, em se baseando unicamente em comentários formulados em redes sociais (...) pode instaurar um procedimento que, a par de não previsto em lei, pode comprometer a credibilidade do sistema eleitoral". 

No parecer, Janot também diz que os partidos poderiam, antes das eleições, ter pedido acesso aos sistemas eletrônicos de votação e, ao final, solicitar boletins em seções de votação bem como os registros referentes ao sistema de totalização. 

"O sistema eleitoral brasileiro (...) pode ser amplamente acompanhado e fiscalizado, em suas mais diversas fases, pelo partidos políticos". 

Com a apresentação do parecer, o presidente do TSE, Dias Toffoli, poderá decidir sozinho sobre o pedido ou levar o caso ao plenário da corte nesta terça-feira (4). 

Nesta segunda (3), Toffoli determinou ao setor de informática da corte que prepare relatório sobre a necessidade e a viabilidade do pedido de auditoria. 



LEOPOLDINA CORRÊA é jornalista com formação em Mídias Digitais pela UFC >>>> Diploma 

Lula entra em campo na escolha do novo ministro da fazenda

Publicado em 03/11/2014
Geraldo Samor fala das expectativas do mercado financeiro para essa semana, em que o governo Dilma Rousseff promete produzir fatos e não apenas palavras. O ex-presidente Lula está trabalhando ao lado de Dilma para definir o nome do novo ministro da fazenda. A informação é de Lauro Jardim, no "Seu Voto no Radar".

LEOPOLDINA CORRÊA é jornalista com formação em Mídias Digitais pela UFC >>>> Diploma  

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Com dívidas milionárias, aliados recorrem a Dilma

Amargando dívidas milionárias referentes à disputa eleitoral deste ano, candidatos a governador aliados ao governo federal pedem agora socorro ao comando da campanha de Dilma Rousseff à reeleição.
Os apelos são suprapartidários: vão do PT ao PSB de Marina Silva, como é o caso do governador reeleito da Paraíba, Ricardo Coutinho."Devo e não nego. Pagarei quando puder", afirma o governador.
O comitê de campanha de Coutinho recorreu à equipe da presidente no segundo turno. Os petistas recomendaram a um doador que colaborasse com R$ 2 milhões para a campanha do pessebista.
Os pedidos mais insistentes partem dos próprios petistas, sobretudo os derrotados. Terceiro na corrida para o governo de São Paulo, Alexandre Padilha encerrou a disputa com um buraco de cerca de R$ 30 milhões.
Nos dois primeiros meses de campanha, a candidatura angariou R$ 4,2 milhões, menos de 1/3 do que arrecadou o governador Geraldo Alckmin (PSDB) no mesmo período.

Editoria de Arte/Folhapress

Além de Padilha, o senador Lindbergh Farias também pede ao PT ajuda para liquidar suas dívidas de campanha ao governo do Rio. Segundo ele, o rombo pode superar R$ 6 milhões.
"É muito ruim perder. Os doadores acabam fugindo", lamenta Lindbergh.
As prestações de contas finais dos candidatos que não foram ao segundo turno deverão ser entregues à Justiça Eleitoral até terça-feira (4).
O prazo para os que disputaram o segundo turno é maior: 25 de novembro. As dívidas pendentes devem ser assumidas pelos partidos.
A penúria não é exclusividade dos derrotados. A campanha de José Ivo Sartori (PMDB) teve como intermediário o ex-ministro Eliseu Padilha, que pediu ajuda para o recém-eleito governador do Rio Grande do Sul.
A dívida do comitê de Sartori é de cerca de R$ 5 milhões, segundo a Folha apurou.
"Pedi dinheiro ao comitê de Dilma até a véspera da eleição", conta Eliseu, que representava o PMDB na coordenação de campanha da presidente Dilma.
Embora derrotado, o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), não deve registrar dívidas significativas. "Devem ser de cerca de R$ 300 mil", calcula Carlos Pestana, coordenador da campanha de Tarso.
RIO
Reeleito para o governo do Rio, o peemedebista Luiz Fernando Pezão contou com o ministro Moreira Franco (Aviação Civil) como porta-voz junto ao comitê de Dilma. Ele solicitou recursos para bancar atividades conjuntas organizadas pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB).
"Pedi dinheiro, mas não sei quanto recebemos", diz Paes.
Também no Rio, a deputada estadual eleita Clarissa Garotinho (PR) buscou ajuda da campanha de Dilma para o pai, deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ).
Derrotado na disputa ao governo, ele admite ter dívida milionária, mas não a revela.
"Ela [Clarissa] fez por conta própria. A situação está difícil. Não quero mais conversa com essa gente", queixa-se.
Procurado, o tesoureiro da campanha de Dilma, Edinho Silva, afirma que seu foco agora é saldar dívidas do comitê da presidente. Ele não quis comentar a situação financeira das candidaturas aliadas.
O comando da campanha da presidente não acredita que ela deva fechar o balanço eleitoral com dívidas.
Apesar disso, o PT ampliou neste mês em R$ 40 milhões o limite de gastos do comitê para cobrir despesas compartilhadas com os estados. O teto passou de R$ 298 milhões para R$ 338 milhões. 


LEOPOLDINA CORRÊA é jornalista com formação em Mídias Digitais pela UFC >>>> Diploma

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

PSDB pede auditoria de apuração dos votos no TSE

Quatro dias após o resultado oficial da eleição presidencial, na qual uma pequena diferença de votos – diante do contingente nacional – reconduziu a presidente Dilma (PT) ao segundo mandato, o PSDB decidiu pedir oficialmente uma investigação da apuração dos votos.
Em nota oficial, o partido informa acreditar na segurança da urna e no processo eleitoral, mas nas entrelinhas deixa claro que vê com desconfiança a lisura do processo de totalização dos votos das urnas.
Informa a nota: “Temos absoluta confiança de que o Tribunal Superior Eleitoral – TSE cumpriu seu papel, garantindo a segurança do processo eleitoral. Todavia, com a introdução do voto eletrônico, as formas de fiscalização, auditagem dos sistemas de captação dos votos e de totalização têm se mostrado ineficientes para tranquilizar os eleitores quanto a não intervenção de terceiros nos sistemas informatizados''.
“Diante deste quadro de desconfiança por parte considerável da população brasileira, o Partido da Social Democracia Brasileira – PSDB decidiu apresentar ao TSE, no dia de hoje (30/10), um pedido de auditoria especial''.
Os tucanos querem uma comissão especial “formada por pessoas indicadas pelos partidos políticos, objetivando a fiscalização dos sistemas de todo o processo eleitoral, iniciando-se com a captação do sufrágio, até a final conclusão da totalização dos votos''.

FAIXAS DE PROTESTO

Nesta quinta (30), duas faixas foram fixadas pela manhã na Praça dos Três Poderes, na frente do Palácio do Planalto, com as inscrições “Impeachment'' e “Fraude eleitoral'' ( veja aqui ).
O mesmo grupo, criado em redes sociais, pretende promover um novo protesto na frente do TSE nesta sexta-feira, com mais faixas.
Atualização quinta, 30, 23h54 – Não há precedente no TSE para caso de partido questionar resultado de eleição presidencial.
Houve um questionamento de resultado em 2010, sobre o resultado da eleição para o governo de Alagoas, quando João Lyra, derrotado, quis nova apuração dos votos diante da derrota para Teotônio Vilela. Em abril daquele ano, o plenário rejeitou seu recurso.

UOL

LEOPOLDINA CORRÊA é jornalista com formação em Mídias Digitais pela UFC >>>> Diploma
 

País rachado se refletirá no Congresso Nacional

A dificuldade de Dilma Rousseff (PT) para se reeleger neste domingo (26) tende a ter desdobramentos em sua relação com o Congresso pelos próximos quatro anos. 
Oposicionistas ressaltam os reflexos do "país rachado" e preveem temperatura alta devido aos acordos de delação premiada do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa que sugerem o envolvimento de congressistas com o esquema de desvio de recursos da Petrobras. 

"Há um clima de radicalismo, a campanha de Dilma dividiu o país, rachou no meio. E com o escândalo da Petrobras, teremos tempos turbulentos", afirma o líder da bancada do DEM na Câmara, Mendonça Filho (PE). 

"A oposição sai muito fortalecida. O resultado mostra que o PT está em contagem regressiva", reforçou o senador Agripino Maia (DEM-RN), coordenador da campanha de Aécio Neves (PSDB). 

Do lado governista, o discurso é o de que passado o acirramento de ânimos da eleição, a petista deve trabalhar pelo distensionamento. "A oposição será cerrada, mas a presidente terá respaldo para construir uma base de apoio que não seja um toma lá dá cá", afirmou o líder da bancada do PT no Senado, Humberto Costa (PE). 

Em seu primeiro mandato, Dilma tinha uma base de sustentação maior e apesar disso enfrentou dificuldades e rebeliões –um dos exemplos foi o fiasco da proposta de reforma política que tentou aprovar no Legislativo após os protestos de junho de 2013. 

Os partidos que a apoiam controlam hoje 339 cadeiras na Câmara. A partir de fevereiro de 2015 esse número cairá para 304, quatro a menos do necessário para se aprovar emendas à Constituição. 


Editoria de Arte/Folhapress
O foco inicial da petista deverá ser a reaproximação com partidos que migraram para Aécio no processo eleitoral. Principalmente o PTB, com 25 deputados, e o PSC (12), cujo candidato à Presidência, Pastor Everaldo, apoiou Aécio no segundo turno. 

Partidos discutem ainda fusões ou formações de blocos, o que será acompanhado de perto pelo Planalto. 

Além do encolhimento de sua base, a petista terá que contornar a já declarada disputa entre PT e PMDB pela presidência da Câmara. 

Jornal ASAS
Já estão sentindo peso...
Maior bancada, o partido de Dilma irá lançar candidato, mas o PMDB, a segunda maior legenda da Casa e que hoje controla o posto, já está em campanha para emplacar o líder Eduardo Cunha (RJ).

Polêmico, o parlamentar liderou rebeliões contra Dilma durante sua primeira gestão, mas tem absoluto controle da bancada peemedebista, além de ascendência em outras legendas. A eleição ocorrerá no dia 1º ou 2 de fevereiro. 

No Senado, a bancada de apoio à presidente fica inalterada (52 cadeiras). Dilma manterá o apoio da maioria do PMDB, mas enfrentará problemas com aliados abandonados durante a campanha.



LEOPOLDINA CORRÊA é jornalista com formação em Mídias Digitais pela UFC >>>> Diploma